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  • Tênis na Mala

Vietnã: de rir e de chorar

O Oriente é muito longe! É muito diferente! É difícil de chegar! Por isso mesmo, sempre esteve na minha lista.


E o Vietnã? O Vietnã faz parte da minha infância. Sempre esteve nas primeiras páginas do jornal: a guerra, o comunismo, os vietcongs... Quem nunca ouviu falar sobre o Davi que derrubou o enorme Golias? Estava na minha mira! Quando o Eder falou, eu topei na hora.


E tem de tudo!


Tem a chegada, no meio daquele trânsito maluco. Motos, lambretas, bicicletas vindo de todos os lados. De todas as mãos e contra mãos. É o caos! Parece que não vai sobrar ninguém vivo! Mas, não é que, de repente, sobra todo mundo? E a gente consegue atravessar a rua... Coisa de doido!


E tem os cheiros, as frutas, os temperos, as sopas (tudo acaba em sopa)... Prepare-se pra provar de tudo que você nunca imaginou! Pelo menos, eu não!

E tem o passeio pela Baía de HaLong. Indescritível! Imperdível! Vai ficar pra sempre na minha cabeça. E nem preciso tirar mais uma selfie. Está tudo no disco rígido!


E tem os templos. Budista, hinduísta, budista modificado pelo hinduísmo... Alguns enormes. Outros bem humildes. Todos lindos! Exalando respeito por todos os lados. Eles têm uma relação muito intensa com a religião. Bem emocionante!


Tem a cidade das lanternas, Hoi An, com suas histórias, suas pontes, suas lojinhas, seus becos. No sol e na chuva! Delícia de andar e de se perder! Minha mulher, mesmo, se perdeu. E depois (beeeem depois!), se achou! E no final, sobrou uma estória boa pra contar e pra lembrar.


E tem a guerra! Acabou há quase 40 anos. Mas os vestígios estão por todos os lados. Pra gente chorar um pouco. Também faz parte!


O Vietnã é maluco! Dá pra rir e pra chorar!


Por Bruno Hollanda Santos



Halong Bay

Almoço em um restaurante típico

Hoi An, a cidade das lanternas

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